Os protestos espalhados pelo País tiveram desdobramentos desde o anúncio do prefeito Fernando Haddad (PT) que iria reajustar a tarifa do transporte coletivo de São Paulo até os dias de hoje. Embora, há anos que já está sendo discutida "mobilidade urbana", porém, só neste ano que aconteceu um “boom” e todos foram às ruas protestar.
Nas primeiras manifestações que foram às ruas, uma parcela significativa da mídia brasileira foi contra aos protestos, dizendo que só havia vândalo querendo depredar estabelecimentos comerciais e o patrimônio público.
Ao ver que as manifestações tomaram outro rumo, a imprensa do País teve que rever sua linha editorial quanto aos atos que estavam acontecendo em vários Estados. O dia 17 de junho foi a data que marcou a história brasileira e, a partir daí, a mídia foi acompanhando os protestos com outro viés: como mobilização popular reivindicando seus direitos e listando suas demandas.
Outra pauta que foi colocada à tona foi em relação ao repúdio das bandeiras partidárias durante a manifestação. Limitando o indivíduo de expressar sua ideologia, que seja mostrando uma sigla, identifica-se a não liberdade de erguer seu posicionamento político num protesto popular, o que seria Fascismo. Exemplo claro foi o governo de Benito Mussolini (entre 1922 e 1943), na Itália, que se tratava de uma ideologia autoritária, antiparlamentar e contra a criação de outros partidos políticos.
Atualmente, a discussão é sobre um possível golpe militar, no intuito de frear todas essas manifestações no País. No Facebook, foi criada uma página “Golpe Comunista 2014” (http://migre.me/f9iMX), dizendo ser a favor da presidente Dilma Rousseff (PT) e contra a ideologia de direita. Atualmente, conta com mais de 17 mil seguidores. Em resposta, no dia seguinte, foi criada a página “Golpe Militar 2014” (http://migre.me/f9iHv), falando que todas essas manifestações são “balela” e, caso continuar nesse ritmo, será necessário a intervenção militar para acabar com os movimentos sociais. Atualmente, o espaço conta com mais de 7 mil adeptos à causa.
Nas primeiras manifestações que foram às ruas, uma parcela significativa da mídia brasileira foi contra aos protestos, dizendo que só havia vândalo querendo depredar estabelecimentos comerciais e o patrimônio público.
Ao ver que as manifestações tomaram outro rumo, a imprensa do País teve que rever sua linha editorial quanto aos atos que estavam acontecendo em vários Estados. O dia 17 de junho foi a data que marcou a história brasileira e, a partir daí, a mídia foi acompanhando os protestos com outro viés: como mobilização popular reivindicando seus direitos e listando suas demandas.
Outra pauta que foi colocada à tona foi em relação ao repúdio das bandeiras partidárias durante a manifestação. Limitando o indivíduo de expressar sua ideologia, que seja mostrando uma sigla, identifica-se a não liberdade de erguer seu posicionamento político num protesto popular, o que seria Fascismo. Exemplo claro foi o governo de Benito Mussolini (entre 1922 e 1943), na Itália, que se tratava de uma ideologia autoritária, antiparlamentar e contra a criação de outros partidos políticos.
Atualmente, a discussão é sobre um possível golpe militar, no intuito de frear todas essas manifestações no País. No Facebook, foi criada uma página “Golpe Comunista 2014” (http://migre.me/f9iMX), dizendo ser a favor da presidente Dilma Rousseff (PT) e contra a ideologia de direita. Atualmente, conta com mais de 17 mil seguidores. Em resposta, no dia seguinte, foi criada a página “Golpe Militar 2014” (http://migre.me/f9iHv), falando que todas essas manifestações são “balela” e, caso continuar nesse ritmo, será necessário a intervenção militar para acabar com os movimentos sociais. Atualmente, o espaço conta com mais de 7 mil adeptos à causa.
O comando dessas manifestações é, claramente, da classe média urbana que tem acesso à Internet. A classe trabalhadora só foi aderir depois que os protestos já estavam sendo feitos nas ruas e, mesmo assim, é uma fração pequena.
Outra questão que foi publicada nos jornais de ontem, foi o Movimento Passe Livre (MPL) não centralizar mais o foco em apenas uma demanda, mas ampliar para outras reivindicações. O movimento marcou novo protesto para ser realizado amanhã, dia 25 de junho. Segundo os membros, agora a luta é por melhorias na saúde e educação, entre outras causas. É óbvio que, além desses assuntos acima, há outros temas que estão sendo articulados e colocados em pauta.
A tendência, pelo menos no atual cenário, é que haja outros desdobramentos durante as discussões sobre as manifestações que ocorreram (e ainda acontecem) no País. E isso é um ponto favorável. O MPL colocou em cheque uma pauta, que está bem direcionada, discutida e lançada para o público. Só que, nas manifestações, as pessoas não reivindicaram apenas sobre a tarifa do transporte, mas também sobre o dinheiro investido na Copa do Mundo de 2014, PEC 37, melhorias nos setores municipais, entre outros aspectos. Para esse montante, é preciso um projeto mais coeso, que todos aderem – ou a grande maioria (pensando em Rousseau) – para que, assim, aconteçam outras mudanças.
O País viveu 21 anos (entre 1964 e 1985) de repressão e ausência de liberdade. Adquiriu democracia quando o regime militar caiu igual ao sistema político/econômico feudalismo, implantando a república no Brasil. Para que não haja outro golpe, é preciso de mobilização, que já está tendo, e levar o melhor conteúdo explicativo aos jovens. Colocar uma pauta objetiva e clara. As escolas – seja pública ou particular – têm um papel importante neste fato: o de orientar as crianças que, num futuro próximo, serão peças fundamentais para que o País cresça e se desenvolva.
A tendência, pelo menos no atual cenário, é que haja outros desdobramentos durante as discussões sobre as manifestações que ocorreram (e ainda acontecem) no País. E isso é um ponto favorável. O MPL colocou em cheque uma pauta, que está bem direcionada, discutida e lançada para o público. Só que, nas manifestações, as pessoas não reivindicaram apenas sobre a tarifa do transporte, mas também sobre o dinheiro investido na Copa do Mundo de 2014, PEC 37, melhorias nos setores municipais, entre outros aspectos. Para esse montante, é preciso um projeto mais coeso, que todos aderem – ou a grande maioria (pensando em Rousseau) – para que, assim, aconteçam outras mudanças.
O País viveu 21 anos (entre 1964 e 1985) de repressão e ausência de liberdade. Adquiriu democracia quando o regime militar caiu igual ao sistema político/econômico feudalismo, implantando a república no Brasil. Para que não haja outro golpe, é preciso de mobilização, que já está tendo, e levar o melhor conteúdo explicativo aos jovens. Colocar uma pauta objetiva e clara. As escolas – seja pública ou particular – têm um papel importante neste fato: o de orientar as crianças que, num futuro próximo, serão peças fundamentais para que o País cresça e se desenvolva.
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