As grandes crises
econômicas deram início em 1929, quando as ações de Wall Street começaram a
acumular sucessivas e violentas quedas.
Já a segunda acontece 44 anos depois,
que foi a crise do petróleo. Com a guerra do Yom Kippur, a organização dos
países exportadores de petróleo decide cancelar a exportação do petróleo para
países que apoiaram Israel no conflito com o Egito e a Síria.
Quanto à terceira, que tem nome de
Segunda Crise, ocorreu em 1979 com o mesmo viés: petróleo. Ayatollah Khomeini assume o poder de Irã e, dali
para cá, passa a controlar a produção de petróleo, causando um segundo aumento
abusivo nos preços do produto.
Três anos mais tarde, surge a depressão econômica
chamada Moratória Mexicana. Mais de 40 países recorreram ao FMI (Fundo
Monetário Internacional), inclusivo o Brasil, que viu a retração de seu PIB (Produto
Interno Bruto) em 5% e a inflação ultrapassar os 200%.
Em 1987, o índice Dow Jones, uma editora financeira
internacional dos Estados Unidos, sofre a maior queda de sua história em um
único dia: 22,6%. 10 anos para frente, acontece uma desvalorização cambial com
os países chamados Tigres Asiáticos: Tailândia, Malásia, Coréia do Sul, Hong
Kong, Indonésia e Filipinas. Um ano depois, em 1998, com o advento da crise
asiática, o preço das commodities caiu em todo o mundo e a Rússia assumiu
calote de sua dívida externa.
Após os ataques de 11 de setembro em 2001, houve uma
queda de 1370 pontos no índice Dow Jones foi uma das piores do século, com os
investidores perdendo mais de 8 trilhões de dólares, ou 10% do valor total do
mercado de ações.
Por fim, a nona crise financeira, que foi implantada
em 2008. A sua origem vem das hipotecas americanas, afetando o mercado
financeiro nos EUA e se alastrou para o mundo. De acordo com o economista Paul Krugman, a crise
de 1929, também conhecida como a "Grande Depressão", é sombra da
atual catástrofe econômica que estamos vivenciando e presenciando.
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