Quem discorreu que a seleção brasileira teria tarefa simples contra o Uruguai se enganou integralmente. E numa comparação entre as semifinais (Brasil x Uruguai; Espanha x Itália), uma grande parcela afirmou que a partida de ontem seria menos acirrada, por conta do futebol apresentado pelo País nas últimas partidas, principalmente contra a Itália – último jogo da fase de grupos. Também se enganou.
No primeiro tempo, o Brasil teve mais posse de bola, embora o Uruguai – quando se lançava ao ataque – era muito mais perigoso. A seleção de Felipão não estava encontrando seu ritmo, aquele que apresentou contra a La Squadra Azzurra. Tanto que David Luiz, do Chelsea, cometeu pênalti. Diego Forlán na bola. Ele corre e chuta no canto esquerdo, mas Julio César, do Queens Park Rangers, espalma para escanteio. David Luiz agradece.
O gol do Brasil só saiu após lançamento de Paulinho, do Tottenham, para Neymar, do Barcelona, que dominou e tentou encobrir o goleiro Fernando Muslera, do Galatasaray, que rebateu em cima de Fred, do Fluminense, que de canela abriu o marcador no estádio Mineirão, em Minas Gerais. Minutos depois, o primeiro tempo seria finalizado.
Já no tempo final, nos primeiros minutos, o sistema defensivo falha bisonhamente – parecia até treinamento de várzea -, e Cavani, do Napoli, chuta ao gol de Julio César. Depois do empate, Felipão comentou com alguém do banco de reservas. “Pô, isola essa bola”. Ele está se referindo a Thiago Silva, do Paris Saint-Germain, que tocou para Marcelo, do Real Madrid, dentro da grande área, ao invés de dar um chute para o mato, como disse o ex-jogador Ronaldo, hoje comentarista e empresário.
Tudo indicava que o jogo iria para a prorrogação, quando saiu um escanteio a favor do Brasil. Neymar na bola. Ele se arruma para a cobrança. O atleta do Barcelona chuta e, no segundo pau da trave, Paulinho, sozinho, cabeceia para o gol e coloca o País na final da Copa das Confederações.
Mesmo jogando bem contra Japão e Itália, o Brasil não emplaca numa linha constante. Parece um zigue-zague.
Agora a seleção espera a partida entre Espanha e Itália, que ocorre hoje à tarde, para saber seu adversário na final, que acontece no próximo domingo, às 19h, no Maracanã (que custou quase 2 bilhões de reais).
No primeiro tempo, o Brasil teve mais posse de bola, embora o Uruguai – quando se lançava ao ataque – era muito mais perigoso. A seleção de Felipão não estava encontrando seu ritmo, aquele que apresentou contra a La Squadra Azzurra. Tanto que David Luiz, do Chelsea, cometeu pênalti. Diego Forlán na bola. Ele corre e chuta no canto esquerdo, mas Julio César, do Queens Park Rangers, espalma para escanteio. David Luiz agradece.
O gol do Brasil só saiu após lançamento de Paulinho, do Tottenham, para Neymar, do Barcelona, que dominou e tentou encobrir o goleiro Fernando Muslera, do Galatasaray, que rebateu em cima de Fred, do Fluminense, que de canela abriu o marcador no estádio Mineirão, em Minas Gerais. Minutos depois, o primeiro tempo seria finalizado.
Já no tempo final, nos primeiros minutos, o sistema defensivo falha bisonhamente – parecia até treinamento de várzea -, e Cavani, do Napoli, chuta ao gol de Julio César. Depois do empate, Felipão comentou com alguém do banco de reservas. “Pô, isola essa bola”. Ele está se referindo a Thiago Silva, do Paris Saint-Germain, que tocou para Marcelo, do Real Madrid, dentro da grande área, ao invés de dar um chute para o mato, como disse o ex-jogador Ronaldo, hoje comentarista e empresário.
Tudo indicava que o jogo iria para a prorrogação, quando saiu um escanteio a favor do Brasil. Neymar na bola. Ele se arruma para a cobrança. O atleta do Barcelona chuta e, no segundo pau da trave, Paulinho, sozinho, cabeceia para o gol e coloca o País na final da Copa das Confederações.
Mesmo jogando bem contra Japão e Itália, o Brasil não emplaca numa linha constante. Parece um zigue-zague.
Agora a seleção espera a partida entre Espanha e Itália, que ocorre hoje à tarde, para saber seu adversário na final, que acontece no próximo domingo, às 19h, no Maracanã (que custou quase 2 bilhões de reais).
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